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Parque Arquológico do Vale do Côa / Côa Valley Archaeological Park
 

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   Património Historico e Arquitectónico > Arte Rupestre
   Parque Arqueológico do Vale do Côa  - Vila Nova de Foz Côa -
É no Vale do rio Côa que se pode avistar. um local único no mundo por possuir o maior conjunto de figurações paleolíticas de ar livre até hoje conhecidas. 29 núcleos de gravuras ao longo dos 17 quilómetros finais do rio Côa.
Para preservar o espaço e devido ao interesse patrimonial e cultural desse conjunto de achados. em Novembro de 1995. criou-se o Parque Arqueológico do Vale do Côa.
Em 1997 a arte rupestre do Vale do Côa foi classificada como Monumento Nacional e como Património da Humanidade (pela UNESCO). em Dezembro de 1998. Ao todo estão identificadas 3.200 gravuras. apesar de 15% estarem submersas no Rio Côa. Os conjuntos de gravuras e pinturas rupestres mais importantes até agora identificados no vale do Côa são os de Canada do Inferno. Ribeira de Piscos. Penascosa. Quinta da Barca. Fariseu e Faia.
Estes núcleos situam-se junto às margens do rio Côa ou dos seus afluentes. em áreas de afloramentos xistosos. à excepção da Faia. que se localiza numa zona granítica.
São as marcas da arte paleolítica que. na generalidade. representam animais. tais como: auroques (boi selvagem). cavalos. cabras (são os mais comuns) e em menor quantidade. veados e peixes.
As marcações têm de ser feitas com antecedência e o acesso aos núcleos só é possível em jipes do parque. Os visitantes são recebidos nos Centros de Recepção instalados na sede do Parque em Vila Nova de Foz Côa e nas aldeias de Muxagata e Castelo Melhor. a partir dos quais são levados. em viaturas todo-o-terreno. aos três núcleos de gravuras abertos ao público: (1) Penascosa. (2) Canada do Inferno e (3) Ribeira de Piscos.
(1) Penascosa Pouco mais de 1quilómetro para montante. mas na margem oposta. situa-se o sítio da Penascosa. Nesta zona de vale mais aberto o rio forma uma
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   Gravuras Rupestres de Mazouco  - Freixo de Esp. Cinta - Mazouco
São os mais antigos e importantes vestígios da arte parietal do Paleolítico Superior encontrados neste concelho. Durante anos foram mesmo os únicos conhecidos e reconhecidos internacionalmente.

Este núcleo é constituído por quatro gravuras. encontrando-se apenas uma completa. o “Cavalo de Mazouco”. Extremamente bem definida. possui 62 cm de comprimento e é uma das mais importantes gravuras da arte parietal encontradas ao ar livre.

As outras três figuras. apesar de incompletas devem representar também cavalos. Uma delas possui cerca de 20 cm de altura e a outra cerca de 30 cm.

Classificação: Imóvel de Interesse Público. Dec. 31/83. DR 106. de 9 de Maio 1983.

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   Fraga do Gato  - Freixo de Esp. Cinta - Poiares
Pinturas Rupestres do Paleolítico Superior que se encontram ao ar livre sobre um bloco vertical em xisto. As pinturas constam de dois motivos zoomórficos. a negro e ocre. que são um quadrupede representado de perfil. sobreposto por uma outra figura. Existe uma terceira figura. mas está muito pouco perceptível.
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   Fonte Santa / Casal do Mouro  - Freixo de Esp. Cinta - Lagoaça
Abrigo rupestre onde podemos encontrar dois “painéis” em xisto. lisos. com pinturas monocromáticas. provavelmente do II milénio a.c.

Um dos painéis representa duas figuras antropomórficas de tamanhos diferentes. O segundo é composto por uma figura antropomórfica. provavelmente um animal. por uma figura reticulada e por manchas indefinidas.

Classificação: Imóvel de Interesse Público. Dec. n.º 31/83 de 9 de Maio.

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   Fraga da Letra  - Mogadouro - Penas Roias
Abrigo de arte rupestre. com pinturas esquemáticas de representações antropomórficas. Localiza-se a meia encosta do morro do Castelo de Penas Roias.
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   Fraga do Diabo  - Mogadouro - Vilarinho dos Galegos
Refere-se a um conjunto de abrigos pré-históricos. dispostos perpendicularmente em ambas as margens de uma ribeira afluente do Douro. Na margem esquerda existem 15 pequenos painéis gravados em sulcos. Na margem direita. 2 pequenos abrigos com gravações semelhantes.

Classificação:Imóvel de Interesse Público. Desp. Março 1984.

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